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Querido leitor, a cada edição da PIX vamos propor alguma atividade que deve ser completada por você. É sua chance de revelar seus talentos pro mundo e, claro, ganhar vários prêmios.
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Desafio da edição anterior
Caramba, foi muito difícil escolher a panguice mais idiótica que os leitores da PIX fizeram... Recebemos mais respostas que pra todos os outros desafios que já fizemos aqui EVER! Por isso, resolvemos escolher um vencedor e conceder mais 3 menções honrosas. São eles:
e a vencedora foi
Renata Chelli Arcoverde
de 21 anos e que cursa design gráfico em Sampa.
Se liga na história dela: “Um dia fui numa festa de 15 anos e resolvi levar pra casa uma bexiga
de gás hélio pra gravar minha voz no computador e ouvir depois. Até aí tudo bem. Abri o gravador
de som, soltei o nó da bexiga e chupei até onde consegui. Enquanto chupava, pensei: puta merda,
nem sei o que vou dizer! Daí comecei a falar sem parar e sem pensar, pois o gás ia acabar; e falei
coisas idiotas, feias, engraçadas e bizarras. Até chamei meu irmão pra ver. No fim, ficou
engraçadinho (na minha cabeça) e resolvi mandar a gravação pra alguns amigos. Mandei pra uns 5,
e, à medida que eles iam ouvindo, fui notando que não estava só 'engraçadinho', e sim totalmente
bizarro e queima-filme. Eles começaram a espalhar a gravação, e ela foi se alastrando de tal maneira
que, depois de uns dias, conhecia pessoas e elas diziam: nossa, você é a 'rêbis gás', não é? (nome
que dei ao arquivo da gravação). Enfim, fiquei conhecida por uma coisa totalmente bizarra. No começo
eu ainda falei meu nome inteiro, e no final me acabei nas besteirites agudas. Isso foi em 2005, até
hoje comentam sobre o fato, e ainda tem gente que me conhece e fala sobre a ‘rêbis gás’”.
Gente, vocês precisam ouvir o áudio da Renata pra entender por que ela ganhou.
Acessem www.mypix.com.br/17rebisgas e se acabem!
Menções honrosas
Anderson Leal
“Uma vez fui acampar, e na correria de pegar a barraca acabei me equivocando. Meus amigos perceberam quando foram montar, e gritaram: ‘Ei, por que sua barraca tem uns peixinhos com fundo azul?’. Putz, era a piscina plástica da minha sobrinha.”
Daniel Belarmino
“Quando eu era criança fui pra uma piscina funda, e tava com minhas bóias no braço quando tive uma brilhante idéia: prendê-las em outro lugar do meu corpo. Então eu as coloquei nas minhas pernas. E minha cabeça afundou na água. E eu não tinha força nas pernas pra ‘vencer’ as bóias e fazer elas afundarem, pra minha cabeça sair da água e conseqüentemente o meu nariz. O que eu me lembro depois disso é de estar fora da piscina e da minha mãe me dando bronca.”
Tammy Aires
“Para chegar à faculdade após sair do trabalho, tenho que entrar no Shopping Paulista, cortando caminho pra chegar na avenida. Após 3 dias sem dormir, estava eu saindo da agência num belo dia chuvoso, quando abro meu guarda-chuva e, como de costume, entro no shopping, pego elevador com mais 3 pessoas, vejo lojas e saio do shopping. TUDO ISSO COM O GUARDA-CHUVA AINDA ABERTO!!! As pessoas olhavam para mim e eu não entendia nada, só fui perceber a coisa idiota que tinha feito quando estava entrando na faculdade de guarda-chuva e uma mulher me perguntou: ‘Você vai mesmo entrar de guarda-chuva na faculdade?’.”
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